-Vá dormir Fernanda! Já passam da meia noite, já estou até vendo a cena, você dormindo durante a aula. -exclamou ela.
-Estou indo mãe, deixa só o Toni me ligar que...
Antes dela completar a frase, a mãe a interrompeu:
-Eu já mandei você ir dormir, não foi? Não estou nem aí pra seu namoradinho, e pra nada mais. Vá dormir agora e ponto final.
-Ok, mãe.
Ela subiu as escadas e a mãe foi pra direção da cozinha. Quando entrou no seu quarto, se jogou na cama de raiva, não tinha falado com ele antes de dormir, e isso fazia ela se sentir desprotegida, mas nem ela sabia porque. Só sentia um vazio, como se o dia estivesse incompleto. A vontade de chorar, sem nem entender, veio de repente, assim como o sono também, ela dormiu chorando.
Acordou com o rosto meio paralisado, as lágrimas haviam secado. Olhou no relógio, eram 08:56pm, a aula! Tinha esquecido de ativar o despertador, e perdeu o horário da aula. Sua mãe provavelmente ia dizer o quanto ela era irresponsável, e lerda, mas agora não tinha mais volta, ia pra escola pra que mais? Pra pegar as 2 últimas aulas?
Levantou e foi tomar banho, desceu, tomou café, e estranhou a casa estar tão vazia e silenciosa, não havia ninguém, além dela e seu cachorro Luco dormindo. Sentiu uma pontada no pé, e saiu pulando até o sofá pra ver o que era, tinha um vidro no seu pé. Retirou com uma pinça e lavou o local. Decidiu sair pra tomar um sorvete, e depois passar na casa de Toni, pra saber como ele estava. Foi de bicicleta. No caminho encontrou uma amiga que não via a anos, Alessandra, conversaram por um bom tempo, até ela lembrar de que já estava tarde e que não podia mais ficar conversando e tinha um compromisso. Partiu pra casa de seu namorado, tocou a campainha, e ninguém atendeu, a casa estava toda fechada. E a garota ficou preocupada, o que poderia ter acontecido? Ele não ligou pra desejar boa noite, nem estava em casa. Mas logo lembrou, aos domingos ele ia a igreja e só voltava ao meio-dia, faltavam 20 minutos para ele chegar. Ela resolveu esperar sentada na calçada. Avistou um carro dobrando a esquina da rua, logo reconheceu, era o carro do Toni, que logo parou, e desceu surpreso por encontra-la ali. Ela correu para abraça-lo.
-Meu amor, que saudade, por que não me ligou ontem pra desejar boa noite? Fiquei esperando, estava quase ligando pra você, mas minha mãe me viu lá e mandou eu ir dormir porque eu tinha aula bem cedo hoje, tanto até que esqueci de ativar o despertador e perdi a aula hoje, mas jurava que estava ligado.- falou ela com a mão no queixo e olhando pro chão.
-Mas, espera aí Fê, hoje é domingo, não tem aula.-disse Toni.
-Aaah, é mesmo, poxa, tomei um susto quando acordei, pra nada.-Falou ela rindo. -Estranho minha mãe falar aquilo-continuou ela.
-Ela deve ter esquecido assim como você.-disse Toni.
-É mesmo né?Toni, é uma pena, mas vou ter que ir pra casa agora.-Falou Fernanda.
-Eu te levo.
Toni levou ela até em casa, deram o último beijo de despedida, e ela ficou esperando ele sair com o carro. Entrou em casa, e jogou a bolsa no sofá, estranhou a casa ainda estar silenciosa, mas com um cheiro leve, mas bem esquisito. O cheiro ficou cada vez mais forte, quando ela passou em frente a porta do quarto de seus pais. Decidiu abrir, e então ela viu. O corpo de sua mãe estirado no chão do quarto, e o do seu pai largado na cama quase da mesma forma, com sangue seco, mostrando que havia escorrido do canto da boca.
Os dois estavam mortos.
A noite, ela recebeu um telefone do seu namorado.
Andressa Vieira
Acordou com o rosto meio paralisado, as lágrimas haviam secado. Olhou no relógio, eram 08:56pm, a aula! Tinha esquecido de ativar o despertador, e perdeu o horário da aula. Sua mãe provavelmente ia dizer o quanto ela era irresponsável, e lerda, mas agora não tinha mais volta, ia pra escola pra que mais? Pra pegar as 2 últimas aulas?
Levantou e foi tomar banho, desceu, tomou café, e estranhou a casa estar tão vazia e silenciosa, não havia ninguém, além dela e seu cachorro Luco dormindo. Sentiu uma pontada no pé, e saiu pulando até o sofá pra ver o que era, tinha um vidro no seu pé. Retirou com uma pinça e lavou o local. Decidiu sair pra tomar um sorvete, e depois passar na casa de Toni, pra saber como ele estava. Foi de bicicleta. No caminho encontrou uma amiga que não via a anos, Alessandra, conversaram por um bom tempo, até ela lembrar de que já estava tarde e que não podia mais ficar conversando e tinha um compromisso. Partiu pra casa de seu namorado, tocou a campainha, e ninguém atendeu, a casa estava toda fechada. E a garota ficou preocupada, o que poderia ter acontecido? Ele não ligou pra desejar boa noite, nem estava em casa. Mas logo lembrou, aos domingos ele ia a igreja e só voltava ao meio-dia, faltavam 20 minutos para ele chegar. Ela resolveu esperar sentada na calçada. Avistou um carro dobrando a esquina da rua, logo reconheceu, era o carro do Toni, que logo parou, e desceu surpreso por encontra-la ali. Ela correu para abraça-lo.
-Meu amor, que saudade, por que não me ligou ontem pra desejar boa noite? Fiquei esperando, estava quase ligando pra você, mas minha mãe me viu lá e mandou eu ir dormir porque eu tinha aula bem cedo hoje, tanto até que esqueci de ativar o despertador e perdi a aula hoje, mas jurava que estava ligado.- falou ela com a mão no queixo e olhando pro chão.
-Mas, espera aí Fê, hoje é domingo, não tem aula.-disse Toni.
-Aaah, é mesmo, poxa, tomei um susto quando acordei, pra nada.-Falou ela rindo. -Estranho minha mãe falar aquilo-continuou ela.
-Ela deve ter esquecido assim como você.-disse Toni.
-É mesmo né?Toni, é uma pena, mas vou ter que ir pra casa agora.-Falou Fernanda.
-Eu te levo.
Toni levou ela até em casa, deram o último beijo de despedida, e ela ficou esperando ele sair com o carro. Entrou em casa, e jogou a bolsa no sofá, estranhou a casa ainda estar silenciosa, mas com um cheiro leve, mas bem esquisito. O cheiro ficou cada vez mais forte, quando ela passou em frente a porta do quarto de seus pais. Decidiu abrir, e então ela viu. O corpo de sua mãe estirado no chão do quarto, e o do seu pai largado na cama quase da mesma forma, com sangue seco, mostrando que havia escorrido do canto da boca.
Os dois estavam mortos.
A noite, ela recebeu um telefone do seu namorado.
Andressa Vieira
Olá, me chamo Andressa. Sinta-se a vontade para ler todas essas coisas que escrevo aqui e depois penso que são um bando de baboseiras. Se quiser saber mais sobre mim, dá uma olhada na parte "Quem escreve" logo ali em cima. E aí embaixo tem um lugar escrito "Antes de mais nada" que é onde explico um pouco sobre o que é esse blog. .
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