Foi realmente difícil ver o mundo como ele realmente era. Sei que esse não é o melhor jeito de começar, mas é resumidamente o que eu quero dizer. Se você não quiser ler o resto, tudo bem, eu já disse tudo (e nada ao mesmo tempo).
Às vezes eu paro, sento e penso em tudo que já fiz, disse ou pensei de estúpido, E me odeio. Às vezes eu penso também no que eu já fiz de bom. Mas, não consigo me amar. Percebi que não odeio só quando reflito sobre as coisas erradas que já cometi. Na verdade, eu não me odeio. Eu passo tanto tempo comigo mesma, que aprendi a reconhecer que sou até legal, de vez em quando. Eu conheço todos os meus defeitos também, é claro e sei que sou uma chata, às vezes. Esse talvez seja o ponto. Às vezes eu me odeio, me amo e depois percebo que não me odeio. Só às vezes.
Há um tempo, eu não consigo lembrar de me odiar, ou amar. Eu só pensava em me divertir, do jeito de sempre ou testando uma nova brincadeira. Eu também gostava de observar as pessoas, o jeito que elas conversavam, andavam, tudo, sabe? Eu adorava observá-las porque sempre em cada uma delas tinha um jeito diferente de fazer cada coisa que faziam. Não sei, era tão legal. Daí eu cresci né, e to aqui nesse "às vezes". Tudo porque eu vi como o mundo realmente era.
3 de março de 2015
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Olá, me chamo Andressa. Sinta-se a vontade para ler todas essas coisas que escrevo aqui e depois penso que são um bando de baboseiras. Se quiser saber mais sobre mim, dá uma olhada na parte "Quem escreve" logo ali em cima. E aí embaixo tem um lugar escrito "Antes de mais nada" que é onde explico um pouco sobre o que é esse blog. .
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assim podemos discutir a vida juntos sem exposição.