11 de setembro de 2014

Uma carta que nunca será entregue.

Eu poderia viver de sonhos.
As vezes acho que sou feita deles.
Não estou dizendo somente dos sonhos que temos a noite, digo também dos que temos quando estamos acordados, principalmente antes de dormir, que eu considero como o momento perfeito pra pensar.
Eu gosto dos sonhos porque neles as coisas acontecem da forma que eu desejo. Neles eu não sou uma burra e idiota que entrega facilmente todos os seus sentimentos. Neles eu não sou uma idiota apaixonada que vive com você na cabeça. Eu sei, você me acha uma estúpida, você sabe que me tem aos seus pés a hora que desejar, por isso não se importa com o que sinto. Estou certa?
Não, eu não deveria estar pensando assim, eu acho que te conheço o suficiente pra saber que você não é assim. Mas, também não posso deixar o meu sentimento influenciar. Eu quero te ver como o garoto perfeito, mas sei que você não é, tem seus defeitos como todo mundo, e sabe o que é pior? Amo você com todos eles. Há duas opções para eu terminar essa carta, eis as duas:
Talvez seja esse o meu problema, sonhar demais.
Talvez seja esse o meu problema, te amar demais.
Qual das duas você prefere?




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